Frase de Adélia Prado sobre Frases Bonitas
Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito. — Adélia Prado
Poesia Reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.Nota: Adaptação de umafrasede Adélia Prado, do poema A Criatura. A citação costuma ser erroneamente atribuída a Clarice Lispector
Significado da frase
Interpretação e contexto
A citação diz que quando alguém não tem tempo para mais nada, ficar feliz exige muito esforço. Em outras palavras, ser feliz pode consumir bastante tempo e atenção.
Contexto da frase
Esta famosa frase de Adélia Prado pertence à categoria Frases Bonitas. Foi extraída da obra: Poesia Reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.Nota: Adaptação de umafrasede Adélia Prado, do poema A Criatura. A citação costuma ser erroneamente atribuída a Clarice Lispector. As palavras de Adélia Prado continuam a inspirar e provocar reflexão em pessoas ao redor do mundo. Explore mais citações de Adélia Prado e descubra outras frases sobre Frases Bonitas.
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O que a memória ama fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.
Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.Nota: Trecho do poema Para o Zé
O amor me fere é debaixo do braço, de um vão entre as costelas, atinge o meu coração é por esta via inclinada
Adélia Prado
Trecho de poema presente no livro "Bagagem", de Adélia Prado.Link
Não há saudade sem amor. Quem tem saudade, amou.
Adélia Prado
Prado, Adélia. Bagagem. São Paulo: Imago, 1976.
O que amamos não se perde. Muda de endereço dentro de nós.
Adélia Prado
Prado, Adélia. O Coração Disparado. São Paulo: Imago, 1978.
Saudade é quando a alegria passou e o lugar dela ficou em aberto.
Adélia Prado
Prado, Adélia. Cacos para um Vitral. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
A ausência de quem a gente ama é uma presença que não para de doer.
Adélia Prado
Prado, Adélia. Bagagem. São Paulo: Imago, 1976.
Não existe o amor em paz.
Adélia Prado
Prado, Adélia. Bagagem. São Paulo: Imago, 1976.
Tem saudade quem aprendeu a amar com o coração aberto, sem medo de perder.
Adélia Prado
Prado, Adélia. Terra de Santa Cruz. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.