Frase de Pablo Neruda sobre Frases de Amor
Amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma. — Pablo Neruda
Trecho de "Soneto XVII"
Significado da frase
Interpretação e contexto
O verso abre o Soneto XVII de Pablo Neruda, do livro Cem Sonetos de Amor (1959), dedicado a Matilde Urrutia. O poeta chileno recusa as comparações clássicas, a rosa, a pedra preciosa, e diz amar como se amam certas coisas obscuras, em segredo, entre a sombra e a alma. É um amor sem exibição, que não precisa de flores nem de luz. O soneto continua dizendo que ama sem saber como, nem quando, nem de onde, e é um dos poemas de amor mais citados em espanhol e português. O verso é muito usado em declarações íntimas, para quem prefere um amor que não se anuncia mas se sustenta no escuro.
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Neruda, Pablo. Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada. Santiago: Editorial Nascimento, 1924. Poema 20.
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Atribuído a Pablo Neruda.
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Pablo Neruda
Neruda, Pablo. Canto General. México: Talleres Gráficos de la Nación, 1950.