Frase de Clarice Lispector sobre Mensagens de Reflexão

E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço.
Clarice Lispector

LISPECTOR, C. Aprendendo a viver. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.

Significado da citação

Essa frase está dizendo que ele não consegue entender seu próprio significado, pois ele é muito maior do que ele mesmo. Em outras palavras, ele ultrapassa seus limites de compreensão.

Sobre esta citação

Esta famosa frase de Clarice Lispector pertence à categoria Mensagens de Reflexão. Foi extraída da obra: LISPECTOR, C. Aprendendo a viver. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.. As palavras de Clarice Lispector continuam a inspirar e provocar reflexão em pessoas ao redor do mundo. Explore mais citações de Clarice Lispector e descubra outras frases sobre Mensagens de Reflexão.

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Outras frases de Clarice Lispector

E quando notou que aceitava em pleno o amor, sua alegria foi tão grande que o coração lhe batia por todo o corpo, parecia-lhe que mil corações batiam-lhe nas profundezas de sua pessoa.

Clarice Lispector

Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia.

Clarice Lispector

Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.Nota: Trecho do conto Amor

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Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro, Rocco, 1999

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A minha única salvação é a alegria.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

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Dar a mão a alguém sempre foi o que esperei da alegria.

Clarice Lispector

A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Minha alegria também vem de minha mais profunda tristeza e que tristeza era uma alegria falhada.

Clarice Lispector

A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Deus vinde a mim e não tenho alegria e minha vida é escura como a noite sem estrelas e Deus por que não existes dentro de mim? por que me fizeste separada de ti?

Clarice Lispector

Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Oh Deus, que faço desta felicidade ao meu redor que é eterna, eterna, eterna, e que passará daqui a um instante porque o corpo só nos ensina a ser mortal?

Clarice Lispector

A maçã no escuro. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade.

Clarice Lispector

Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Erguia-se para uma nova manhã, docemente viva. E sua felicidade era pura como o reflexo do sol na água.

Clarice Lispector

Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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O que estraga a felicidade é o medo.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

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Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Ah que vontade de alegria.

Clarice Lispector

Nota usada em um parágrafo de "A hora da estrela".

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Quem é capaz de sofrer intensamente também pode ser capaz de intensa alegria.

Clarice Lispector

Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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O tédio é de uma felicidade primária demais! E é por isso que me é intolerável o paraíso.

Clarice Lispector

A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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‎Nossa amizade era tão insolúvel como a soma de dois números: inútil querer desenvolver para mais de um momento a certeza de que dois são cinco.

Clarice Lispector

Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Amizade é matéria de salvação.

Clarice Lispector

Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Trecho do conto Esvaziamento

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Quando você diz “Eu te amo”, está fazendo uma promessa com o coração de alguém. Tente honrá-lo.

Clarice Lispector

Autoria não confirmada.

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Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso um grande coração para incluir os espinhos.

Clarice Lispector

Autoria não confirmada.

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Como se ela não tivesse suportado sentir o que sentira, desviou subitamente o rosto e olhou uma árvore. Seu coração não bateu no peito, o coração batia oco entre o estômago e os intestinos.

Clarice Lispector

Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco. 1998

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Desculpa, mas não entendo. Eu quero tudo e mais ainda. Amor tem que encher o coração, a casa, a alma. Pouco ou metades nunca me completaram.

Clarice Lispector

Autoria não confirmada.

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E quando notou que aceitava em pleno o amor, sua alegria foi tão grande que o coração lhe batia por todo o corpo, parecia-lhe que mil corações batiam-lhe nas profundezas de sua pessoa.

Clarice Lispector

Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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O mundo me parece uma coisa vasta demais e sem síntese possível.

Clarice Lispector

Trecho decartaescrita a Tania Kaufmann, em 21 de abril de 1946.

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Que minha solidão me sirva de companhia. que eu tenha a coragem de me enfrentar. que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.

Clarice Lispector

Adaptação detrecho do livro"Um Sopro de Vida (Pulsações)", de Clarice Lispector.

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Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços o meu pecado de pensar.

Clarice Lispector

Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

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Coragem e covardia são um jogo que se joga a cada instante.

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Trecho da crônica Medo da libertação

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Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.

Clarice Lispector

Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

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Inútil querer me classificar, eu simplesmente escapulo não deixando, gênero não me pega mais.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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‎Nossa amizade era tão insolúvel como a soma de dois números: inútil querer desenvolver para mais de um momento a certeza de que dois são cinco.

Clarice Lispector

Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas...

Clarice Lispector

Minhas queridas. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.Nota: Trecho de carta para Elisa Lispector, de 19 de outubro de 1948

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Tenho coragem? Por enquanto estou tendo: porque venho do sofrido longe, venho do inferno de amor mas agora estou livre de ti.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

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Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Trecho da crônica As três experiências

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A vida é curta demais para eu ler todo o grosso dicionário a fim de por acaso descobrir a palavra salvadora.

Clarice Lispector

BORELLI, Olga. Clarice Lispector: Esboço para um possível retrato. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981

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O horrível dever é ir até o fim. E sem contar com ninguém. Viver a própria realidade. Descobrir a verdade. (...) Pois não posso mais carregar as dores do mundo.

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Trecho da crônica Ao correr da máquina

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Faça a descoberta de si mesma – e aos poucos você descobrirá que é mais seguro e compensador valorizar-se

Clarice Lispector

Correio feminino. Rio de Janeiro: Rocco, 2013.

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A pior descoberta foi a de que o mundo não é humano, e de que não somos humanos.

Clarice Lispector

A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia.

Clarice Lispector

Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.Nota: Trecho do conto Amor

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Há alguma coisa aqui que me dá medo. Quando eu descobrir o que me assusta, saberei também o que amo aqui.

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília

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Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Clarice Lispector

MONTERO, Teresa (org.). Correspondências. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948

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Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.

Clarice Lispector

A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.

Clarice Lispector

A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.

Clarice Lispector

Água Viva. Rio de Janeiro: Rocco. 1998.

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Terei toda a aparência de quem falhou, e só eu saberei se foi a falha necessária.

Clarice Lispector

LISPECTOR, C. A Paixão Segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais.

Clarice Lispector

Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo.

Clarice Lispector

A paixão segundo G.H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Tenho várias caras. Uma delas é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.

Clarice Lispector

Visões do esplendor (impressões leves). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975.Nota: Trecho da crônica Quase

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Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro, Rocco, 1999

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Se em um instante se nasce, e se morre em um instante, um instante é bastante para a vida inteira.

Clarice Lispector

A maçã no escuro. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

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Eu disse a uma amiga: – A vida sempre superexigiu de mim. Ela disse: – Mas lembre-se de que você também superexige da vida. Sim.

Clarice Lispector

A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.Nota: Crônica Sim

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A minha vida a mais verdadeira é irreconhecível, extremamente interior, e não há uma palavra que a signifique.

Clarice Lispector

A Hora da Estrela

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Saudade (...) é um dos sentimentos mais urgentes que existem.

Clarice Lispector

Crônicas para jovens: de amor e amizade. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.Nota: Frase adaptada de outropensamentoda escritora....Mais

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Mas lembrar-se com saudade é como se despedir de novo.

Clarice Lispector

Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

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Sinto falta dele como se me faltasse um dente na frente: excrucitante.

Clarice Lispector

Borelli, Olga. Clarice Lispector: esboço para um possível retrato. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981....Mais

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